dumbo

Fala terráqueos como vão vcs??? Eu tô legal… Segundo filme desta sexta-feira e vamos com mais um drama para vcs. Este eu queria ter ido ver nos cinemas, mas coisas da vida me impediram e eu acabei vendo quando ele chegou no streaming. Estamos falando de mais um Live Action da Disney, desta vez eles adaptaram o clássico “Dumbo”, e deste vez o diretor é o icônico Tim Burton que todos nós conhecemos por ter um trabalho bem característico.

Falando em Live Action… tá na moda ultimamente a Disney fazer isso né? Pegar uma animação que já foi um sucesso e adaptá-la novamente para as telonas, desta vez com atores reais… ou… no caso de Dumbo, animais criados por computação gráfica para ficarem o mais real possível. Dumbo sempre foi uma das minhas animações favoritas da Disney. Talvez porque a história do elefantinho estranho me lembre tanto da minha própria história e da minha infância.

No filme eram apenas Dumbo, o elefantinho diferente dos outros e sua mãe. Boa parte da minha infância eu vivi assim, éramos apenas eu e minha mãe. E na maior parte das vezes eu me sentia “a estranha” entre as outra crianças… mas isso fica para um outro post… Vamos voltar ao filme porque senão eu perco a linha do raciocínio diante dos meus devaneios.

Como todo Live Action da Disney dos últimos tempos, as histórias dos filmes são um pouquinho diferente da história dos desenhos animados. E em “Dumbo” isto não é diferente. Para começo de história o ratinho personagem amigo do elefantinho Dumbo não existe, ele é substituído por duas crianças que são filhos do treinador de animais que também é inserido na história. Diferentemente da animação os animais não falam, entretanto o diretor Tim Burton conseguiu passar uma humanização dos personagens através de expressões faciais profundas, o que antes de ver o filme eu me questionava se seria legal, mas depois de ver o filme eu até que achei bem bacana e uma escolha inteligente do diretor porque o drama do elefantinho separado da mãe não sofreu nenhuma perda no quesito dramaticidade.

E já que a história mudou um tantinho, vamos falar dela. A história começa com o treinador de cavalos e animais Holt Farrier (interpretado por Colin Farrel) voltando da guerra sem um braço. Como ele perdera a mulher ficaram apenas ele e os dois filhos pequenos. Por conta de ter apenas um braço Holt não pode mais executar os malabarismos que fazia antes, ele é colocado para tomar conta dos elefantes e é então que nasce o pequeno elefante e eles lhe dão o nome de Jumbo.

O novo bebê elefante é a esperança do circo que está entrando em falência. Mas, quando todos percebem o tamanho das orelhas do pequeno elefantinho os planos vão por água abaixo porque eles o acham muito esquisito e não querem exibi-lo para o público. Mas tentando salvar o show, o dono do circo fantasia o elefantinho de palhaço e o exibe para a platéia, no meio da apresentação o disfarce desmorona e as orelhas do elefante aparecem e então todos começam a chamá- de Dumbo, em vez de Jumbo.

Irritada com as pessoas atirando amendoins no seu filho, mamãe Jumbo ataca várias pessoas. Ela é contida e trancafiada porque acham que ela esta raivosa e é então que o pequeno Dumbo é separado de sua mãe. Os dois filhos de Holt então se aproximam do elefantinho, pois eles o entendem porque eles também perderam a mãe e é nessa aproximação que eles descobrem que Dumbo com suas grandes orelhas pode fazer o que nenhum outro elefante pode… que é voar.

Uma coisa interessante que eu achei nessa versão é que, para conseguir voar o Dumbo precisa meio que engolir uma pena. Ele inala a pena com sua tromba e então ele se sente confiante para voar. No desenho animado Dumbo precisava apenas segurar a pena com a tromba. Certamente uma mudança feita pelo diretor ou pelos roteiristas. Meu irmão detestou a mudança porque ele disse que fizeram uma ‘versão drogada’ do Dumbo para este filme, e que a pena funcionava como a ‘cocaína’ do Dumbo.

Eu achei a comparação dele engraçada… jamais que eu ia pensar numa coisa dessas hahahahahaha. Mas, como eu sempre digo, não é porque eu não pensei naquilo que outra pessoa não pensou. Pode ser sim que o Tim Burton tenha pensado nisso, vai saber…

Mas voltando ao filme… Dumbo então vira a estrela do circo, atraindo um público imenso e colocando o circo na mira de grandes e malignos empresários. Nessa parte do filme entre em ação o Michael Keaton que tá maravilhoso no papel. Mas Dumbo quer apenas uma coisa, que é sua mãe de volta… e ele vai ter que enfrentar diversos desafios então para conseguir ficar junto de sua mãe novamente.

O live action da Disney é bacana, mas é bem mais dramático, obscuro e pesado que a versão animada da história. Mas não é ruim, eu curti essa nova ‘versão’ mas eu tenho que concordar com os críticos que é uma versão muito mais direcionada aos adultos do que às crianças. E muito mais aos adultos não saudosistas. Porque se vc apenas queria rever o elefantinho do desenho em Live Action, pode esquecer… agora caso vc não seja, e curta o trabalho do Tim Burton, eu recomendo muito este filme. 

Vou terminando este post por aqui… Espero que vcs tenham curtido o texto de hoje. Caso tenham gostado, deixem um comentário. Bora interagir. Se vc tem um blogue também deixe aí o seu link para eu conhecer seu trabalho. É sempre bacana conhecer o trabalho de outros escritores e fazer novos amigos. E eu acho que é isso aí, amanhã como sempre estaremos de volta com mais uma postagem.

Abraços, Shao