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Fala terráqueos como vão vcs??? Eu tô legal… Mais um dia que eu tirei para escrever depois de ficar uns dias de molho por conta de mais uma doencinha. Mas, isso não vem ao caso agora, eu não quero falar de coisas chatas eu quero falar de coisas legais.

Hoje é dia de eu contar para vcs mais uma daquelas histórias que a gente pensa, caraca isso só acontece com a minha família… Mas na verdade a gente sabe que acontece na família de todo mundo. É que a gente gosta de achar que a nossa família é mais estranha que as demais, mas na verdade a maioria das famílias é estranha na mesma medida… Se não fosse assim o mundo explodiria por causa da falta de equilíbrio no universo.

Mas bora pra história de hoje que começou bem trágica e acabou de forma bastante inesperada. Há muitos anos, lá em 1989 para ser mais precisa. A minha mãe estava grávida do meu irmão do meio que hoje tem trinta anos. Na época era uma gravidez de risco, ela teve que ficar meses de repouso… depois ele teve que ficar meses internado, na incubadora… E tudo isso começou num dia que minha mãe passou mal e foi às pressas para o hospital. Ela estava perdendo o bebê…

Acontece que chegando lá no hospital ela descobriu que ela estava grávida de gêmeos, bi vitelinos. Resumindo bem a história… naquela noite a minha mãe perdeu um dos bebês, foi meio que um aborto espontâneo porque o organismo dela não comportava as duas crianças. Os médicos não queriam liberar minha mãe mas acabou que ela no final da noite foi para casa e na volta para casa, em plena madrugada… é que acontece a nossa história de hoje.

Meus pais estavam lá no centro, de madrugada, então meu pai resolveu tentar conseguir um taxi. Mas não aparecia nenhum. Depois de muito esperar… finalmente apareceu um táxi. Meu pai deu sinal e o cara parou. Lembrem-se, era década de 90. Daqueles taxímetros antigos, de bandeira, sem GPS, sem Waze sem nada… naquela época geralmente o motorista de táxi conhecia toda a cidade como a palma de sua mão. E quando ele não sabia, ele tinha o guia de ruas para o levar para lá e para cá.

Então eles entraram no táxi e o meu pai começou a reparar que o comportamento do taxista estava meio estranho. Primeiro ele não ligou o taxímetro, segundo ele parecia extremamente nervoso e meio perdido… sem saber para onde ir. Meu pai então pensou… ai caraca esse cara não é taxista. Dito e feito amiguinhos… o sujeito que tinha parado o táxi para meus pais naquela madrugada, tinha simplesmente acabado de roubar  (ou furtar, meu pai não sabe ao certo) aquele carro… ele era um ladrão e ele confessou pro meu pai.

E meu pai lá com a mulher grávida que tinha sofrido um aborto espontâneo no banco de trás. Meu pai questionou ele, mas mano se vc roubou o carro porque vc parou pra mim? E o cara disse que tinha roubado o carro, daí ele deu sinal, e ele achou que se ele não parasse e a polícia visse poderia desconfiar dele então ele parou. Meu pai então mais do que depressa pediu pro cara deixarem eles descer que ele encontraria outro táxi para ir para casa. O ladrão parou o carro deixou eles descerem e foi embora…

Ele não sabe o que aconteceu depois, mas antes de ir embora ele deu conselho ao ladrão para sair daquela vida porque aparentemente ele não tinha muito talento para a coisa. Ele disse… abandona esse carro em algum lugar e segue sua vida… Essa vida de roubos não vai te dar futuro nenhum. Pode parecer estranho crianças mas isto aconteceu de verdade. 

Vou terminando este post por aqui… Espero que vcs tenham curtido o texto de hoje. Caso tenham gostado, deixem um comentário. Bora interagir. Se vc tem um blogue também deixe aí o seu link para eu conhecer seu trabalho. É sempre bacana conhecer o trabalho de outros escritores e fazer novos amigos. E eu acho que é isso aí, amanhã como sempre estaremos de volta com mais uma postagem.

Abraços, Shao