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Fala terráqueos como vão vcs??? Espero que vcs estejam bem! Antes de mais nada se vc está lendo este texto no Facebook Clica no link aqui embaixo para ler o texto completo. Eu tô legal… Mais um domingo e domingo como vcs sabem, é aquele dia de filosofar ou de contar causos para vcs aqui no blogue certo? Eu não tô muito com tempo para filosofias ultimamente, embora eu esteja tecnicamente de folga esta semana (vcs estão lendo este texto em março mas eu estou escrevendo na primeira semana do ano, em Janeiro – postagens sempre escritas com pelo menos três meses de antecedência) eu não quero me desgastar com textos que requeiram pensar muito.

E quando eu digo que estou tecnicamente de folga, eu digo isto porque sempre tem alguma coisa para eui fazer, especialmente estudar. A verdade é que alguns textos requerem mais tempo para escrever… simplesmente contar um causo é mais simples, menos intenso… e é isto que vamos fazer aqui hoje porque eu tô de folga. Primeira vez desde 2011 aliás que eu consigo ficar uma semana de folga no final do ano. Todo ano tem uma lei que os funcionários podem fazer uma escala e dividir o pessoal em dois turnos e cada turno folga uma semana nas semanas do Natal e do Ano Novo, mas a gente estava sempre com tão poucos funcionários. Só este ano que tivemos funcionarios suficientes para fazer a escala.

Mas como sempre nem era disso que eu queria falar. Estes dias atrás eui estava conversando com meus irmãos e a gente estava se lembrando das coisas que eles aprontavam quando eram pequenos (às vezes eu ajudava, às vezes eu era a mente diabólica por trás das peraltices hahahaha… às vezes eu não fazia nada e apanhava da minha mãe…) E eu me lembro uma vez quando o meu irmão caçula era bem pequeno, ele devia ter uns dois ou três anos… ele não falava muito, ele andava para lá e para cá, com aquelas perninhas gordinhas e as bochecas e a fralda e aprontava todas.

Então teve uma fase da pequena vidinha dele que ele descobriu que a gente morava num apartamento e ele era doido pra ir até a janela. Foi nessa época que a minha mãe teve que mandar colocar grades nas janelas. Mas mesmos com as grades ele adorava ficar vendo os carros passando e apontando com a mãozinha gorducha para os carros… E outra coisa que ele adorava era jogar as coisas pena janela… qualquer coisa que caísse nas mãos dele. Acho que ele achava engraçado jogar as coisas lá e ver elas desaparecendo. Geralmente ele jogava os brinquedos deles dois pela janela. Virava e mexia as outras crianças do prédio batiam aqui na porta de casa e trazendo algum brinquedo que estava no chão lá fora dizendo, tia o nenê jogou de novo o brinquedo pela janela.

Depois ele começou a jogar as roupas que ele conseguia pegar. Uma vez minha mãe tirando as roupas do varal, e colocando no sofá da sala, ele andando pela casa, ia até o monte de roupas… pegava uma e VUPT jogava pela janela. Daqui a pouco vem a menininha do térreo com um monte de roupas na mão hahahahaha, e tiveram umas que ainda ficaram presas nos galhos de uma árvore que tinha em frente ao prédio. E os moleques do prédio subindo na árvore para tentar resgatar as peças de roupa.

Então a gente tinha que ficar atento a ele pra ele não jogar as coisas pela janela. Maior parte do tempo as janelas precisavam ficar fechadas, caso contrário… era coisa voando pela janela. E embora o verão daqueles anos não fosse tão intenso quando está sendo o verão desses últimos anos, no verão não tinha jeito… a janela tinha que ficar aberta. E num dia que estava muito calor, meu padrasto chegou em casa, tirou os documentos e o dinheiro do bolso, era toda a grana que ele tinha sacado, e era grana pra caramba eu não lembro quanto… mas era bastante. E ele colocou tudo em cima do armário da cozinha, que era baixo… então… num momento de distração o danado foi lá, pegou toda a grana do pai e VUPT jogou tudo pela janela.

Demorou uns dois segundos e eu e minha mãe escutamos a vizinha gritando… Cristina… (era o nome da minha mãe) tá chovendo dinheiro aqui fora. Aí que a gente foi ver que o moleque tinha jogado toda a grana pela janela do quarto hahahahahaha. Minha mãe só gritou… Meu Deus do céu! Daí a mesma molecada que geralmente recuperava os brinquedos jogados pela janela foram lá no jardim recuperar a dinheirama toda. Felizmente nossos vizinhos, adultos e crianças eram todos muito honestos e devolveram todo o dinheiro para a minha mãe… mas é algo que eu não vou esquecer jamais.

Vou terminando este post por aqui… Mas… antes de terminar este post eu vou fazer um pouco de propaganda do meu novo blogue o “Estante da Shao”. Cliquem no link conheçam meu trabalho, meus textos, meus contos, meus poemas. Toda a sexta-feira teremos texto novo e inédito para vcs… Ou um conto ou um poema, ou de repente um trecho de uma história que eu esteja escrevendo. Participe e divulgue esse meu novo projeto se vcs curtirem…

See you guys around the corner
Shao