fireworks

Fala terráqueos, como vão? Beleza? Espero que sim… Bom, consegui dar uma boa adiantada aqui nos meus posts do blogue. Eu como disse aqui anteriormente, estou tentando deixar pelo menos 60 posts adiantados aqui por motivos de… eu vou ter que me concentrar noutras coisas nos próximos meses e talvez eu não consiga dar tanta atenção aqui ao blogue e talvez eu não tenha tempo para adicionar novas postagens…

E vai ser complicado conseguir agendar este número de textos mas nas próximas semanas eu vou fazer um esforço extra para ver se eu consigo, eu nem precisava agendar exatamente 60 posts eu acredito que se eu conseguisse agendar uns 50 eu ficaria livre para fazer as coisas que eu preciso fazer e me dedicar às coisas que vão precisar da minha atenção pelo menos até o final de novembro, 60 seria ideal para eu realmente ter uma folga… Vamos ver se eu consigo.

No momento eu consegui, com o post de hoje deixar agendados 40 posts, então eu teria que escrever mais 20 textos. E eu só consigo agendar 20 posts se eu escrever pelo menos cinco textos por dia por pelo menos cinco dias consecutivos. Não sei se terei saúde para tanto, mas eu vou tentar.

Mas como sempre nem era disso que eu queria falar neste post. Eu fiquei muito em casa nos quatro últimos dias… e como diz o velho ditado “cabeça vazia, oficina do diabo” eu acho que fiquei muito nostálgica lembrando do passado, de coisas que já se foram e eu me lembrei de uma coisa que aconteceu em 2008, mais especificamente na virada de 2007 para 2008. Eu me lembrei do penúltimo ano novo que passamos aqui nesta casa com a minha mãe. A gente nem sonhava naquele dia que aquele seria uma das duas últimas viradas de ano que iríamos passar ao lado dela.

Naquele ano, no finalzinho daquele ano a minha mãe sofreu uma queda na escada aqui do prédio e ela quebrou o braço e a perna. E no final do ano, na virada, ela estava com o gesso na perna e no braço e a gente como sempre… passava o ano aqui em casa vinha minha tia, meus primos e meus avós, alguns amigos. Aquele ano também seria o último que iríamos passar com meu avô… porque em Maio de 2008 ele faleceu, também por causa do câncer. O câncer levou em dois anos consecutivos duas das pessoas mais importantes da minha vida…

Então eu me lembro daquele ano novo como a última virada de anos que estávamos todos juntos, o último ano novo realmente feliz. A virada de ano era a festa que a minha família, especialmente minha mãe e meu avô mais gostavam… Eles dois adoravam comemorar a virada… e aquele ano foi diferente. Nós não sabíamos que seria o último feliz mas Deus em sua infinita sabedoria sabia e talvez por isso ele tenha sido tão especial. Me desculpem se o post ficar meio curto, talvez eu não consiga falar muito sobre o que aconteceu sem ficar emocionada e talvez eu resuma algumas coisas… ainda dói lembrar.

Eu, meus irmãos e meus primos a gente sempre torrava uma grana em rojões, morteiros e outros fogos de artifício para fazer barulho. Mas, naquele ano a gente juntou nossos dinheiros e resolvemos comprar estrelas, aqueles foguetes que sobem alto e explodem em estrelas coloridas.

Ficamos todos a noite toda juntos, comemorando e quando estava chegando a meia noite, a gente desceu carregando todos aqueles foguetes, um galão daqueles de 20 litros de água e um isqueiro. Como a minha mãe não podia descer porque ela estava coitada toda engessada… eu coloquei ela sentadinha na janela pra ela poder ver os fogos e a gente ficou meia hora soltando aqueles foguetes, um de cada cor… e a imagem que eu mais me lembro dessa noite é a de olhar para cima, para acompanhar o foguete subindo e ver o foguete explodindo e virando estrela e a minha mãe com um puta sorrisão no rosto. Mais tarde, quando a gente subiu de volta pra casa… ela me disse que aquele tipo de fogos de artifício.

Atualmente, a virada de ano é um dia triste… eu fico em casa, com meus irmãos e meu pai… eu não gosto de ir em festas. Sabe quando vc simplesmente não tá mais no espírito festivo? Pois é… teve uns anos que eu até tentei, fui para a casa de amigos de parentes mas é muito difícil para mim ficar emulando, fingindo que estou me divertindo, que eu estou feliz quando na verdade eu estou geralmente muito triste. Então eu resolvi de uns anos para cá passar a data recolhida no meu canto… Tem gente que não entende, que me critica por isso que ainda me fala que minha mãe não gostaria que eu ficasse assim, mas… me dizer essas coisas não faz com que eu me sinta melhor ou menos triste.

Vou terminando este post por aqui porque não era pra ficar deprimente mas acabou ficando. Mas… antes de terminar este post eu vou fazer um pouco de propaganda do meu novo blogue o “Estante da Shao”. Cliquem no link conheçam meu trabalho, meus textos, meus contos, meus poemas. Toda a sexta-feira teremos texto novo e inédito para vcs… Ou um conto ou um poema, ou de repente um trecho de uma história que eu esteja escrevendo. Participe e divulgue esse meu novo projeto se vcs curtirem…

See you guys around the corner
Shao