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Fala terráqueos, como vão vcs nessa vidinha mais ou menos??? Eu to legal… Quer dizer, eu acho que estou legal. Ainda estou tomando meus remédios para a alergia e … Estou bem melhor. Eu acho que eu preciso mesmo é de ferias hahahahaha. Minhas dermatites alérgicas geralmente atacam quando eu estou estressada. Eu não achei que eu estivesse tão estressada ultimamente, mas depois eu conversei com uns amigos. E eu meio que fiz umas mudanças bem radicais na minha vida de uns tempos para cá e quer a gente queira quer não, qualquer tipo de mudança radical que fazemos na nossa vida causa um certo nível de estresse.

Minha rotina está também bastante cansativa e promete permanecer assim por pelo menos um ano ainda, que é quando, se Deus quiser eu termino as aulas da pós graduação. Depois há de ficar mais leve. Estudar sempre é muito estressante. E daqui mais ou menos um mês e meio eu devo tirar mais uns quinze dias de férias então vai dar para dar uma descansada (espero). Então é isso… A gente vai levando. Outra coisa que provavelmente tem me deixado bastante estressada são meus exames anuais ginecológicos. Todo ano eu tenho que fazer a danada da mamografia e todo ano eu fico numa tensão violenta imaginando que possa dar alguma coisa no resultado… Como se o danado do câncer estivesse sempre ali à espreita, esperando para atacar. Aí Shao mas vc não pode pensar assim e blablabla… Eu sei, eu sei… Mas é algo que foge ao meu controle desculpem. Deve ser trauma… Só pode, eu sei que eu tinha era que procurar um psicólogo e tratar isso, mas… Sei lá!

Mas, não era dessas coisas tristes que eu queria falar aqui no post, eu queria falar que de uns tempos para cá. Começou (de novo) ser obrigatório o uso de crachá no trabalho. Para zanzar pelo prédio e tal. É uma questão de segurança. É necessário até. E eu entendo e concordo, e não fico criando caso e uso todos os dias meu chachazinho pendurado no pescoço com a minha foto e meu nome. Mas, uma das coisas mais chatas de vc ter que usar o danado do crachá no pescoço e que seu nome fica lá para todo mundo ler. E esse todo mundo que eu digo são os munícipes.

Acontecem três coisas chatas para caramba quando a gente tem que usar o crachá, a mais chata é que os munícipes sentam lá e leem o seu nome e começam a te chamar pelo nome com uma familiaridade que chega a ser irritante. Mas é que eu meio que tenho TOC com isso. Eu não gosto que pessoas que eu não me apresentei me chamem pelo nome. Se o municipe tem a educação de me perguntar o meu nome. Um simples… Qual o seu nome? Já me basta… Tá beleza pra mim. Mas, a pessoa se inclinar, ler meu nome no meu crachá e depois ficar me chamando pelo nome como se fosse minha amiga… Ahhhhh isso me irrita, muito muito mesmo. Eu acho isso tão descortês.

Outra coisa ruim que acontece, especialmente comigo é as pessoas lerem meu nome errado! Ou eles lerem e não entenderem. Tipo… Meu nome se escreve Ceres, e se pronuncia Séris. Bem assim… Mas as pessoas geralmente, oitenta por cento das pessoas leem meu nome assim… Seres. Sim, de seres vivos, se seres humanos. Japoneses então… A taxa de erro sobe para 98%. É chato para caramba e por mais que eu eu esteja acostumada as pessoas errarem meu nome… Me irrita muito.

E a terceira coisa que acontece é que sei lá Deus eu porque isso acontece com os seres humanos, eles são atendidas duas, três vezes por vc e elas já sabem seus nomes, então elas criam a falsa imagem que elas são suas amigas de infância. E que vc tem memória infinita e se eles voltarem lá para vc atende-las daqui uns dois anos vc vai se lembrar dela e do caso delas e vai dar andamento no atendimento e tal. Gente… Eu atendo em média, num dia calmo, entre trinta e quarenta pessoas. Vcs acham mesmo que eu me lembro de todos os casos? Vcs acham isso humanamente possível? Quer dizer, até é possível para aquelas pessoas que sofrem daquele distúrbio mental que a pessoa lembra de todos os detalhes de tudo que eles fizeram na vida… Mas pessoas assim são raras. Um ser humano normal como eu, por melhor que seja minha memória, jamais que eu vou guardar o rosto e os casos de todas as pessoas que eu atendo. 

E a pior parte é que essas pessoas que acham que tem intimidade com vc, vão conversar com vc e ficam colocando a mão em vc. E gente, não tem coisa que eu deteste mais que gente que ficam conversando com a gente e colocando a mão na gente. Eu tenho TOC também com isso. Não gosto que fiquem pegando em mim.

Esses dias mesmo, eu atendi um casal que lembrava de mim de dois anos antes que eu tinha atendido eles. E eu não me lembrava de jeito nenhum deles. E eles sabiam da minha vida toda. Porque eu atendi eles… Dai eles voltaram e quando eles voltaram eu não estava trabalhando porque eu estava doente por causa da diabetes, e eles queriam ser atendidos por mim, mas… Como eu não estava eles tiveram que se contentar com outro atendente, que eu não sei quem dos meus colegas que atendeu eles e provavelmente falaram alguma coisa de mim para eles. Dai eles chegam, como se fossem meus velhos amigos… Como se fosse ontem que eu tivesse atendido eles. E eles insistiam, inssistiam e recontavam a história e falavam, vc não lembra. Eu sinceramente perdi a conta das vezes que eu tive que dizer para eles que não, que eu não me lembrava deles. E ainda por cima eles foram embora desapontados porque eu não me lembrei deles hahahahahahaa.

Vou terminando este post por aqui… Mas… antes de terminar este post eu vou fazer um pouco de propaganda do meu novo blogue o “Estante da Shao”. Cliquem no link conheçam meu trabalho, meus textos, meus contos, meus poemas. Toda a sexta-feira teremos texto novo e inédito para vcs… Ou um conto ou um poema, ou de repente um trecho de uma história que eu esteja escrevendo. Participe e divulgue esse meu novo projeto se vcs curtirem…

See you guys around the corner
Shao

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