Buenas galera. É sexta-feira a noite, véspera de feriadão, nada mais divertido certo? Muita galera vai pra balada hoje, como eu não sou baladeira isso para mim não é opção hahahahaha. Eu estou aqui na internet desde que eu cheguei fazendo dowload dos episódios das séries que eu acompanho. Coisa pra caramba pra baixar… bem legal, vou passar o fim de semana, o feriadão todo assistindo minhas séries.

Hoje a sexta-feira foi agitada. E a terça-feira vai ser ainda mais agitada porque ficou um monte de pendências me esperando Logo cedo eu tive curso, e o diacho do curso foi meio chato, mas teve os seus momentos interessantes. Por exemplo… sei lá porque… surgiu um assunto de defunto e o porquê do costume de jogar terra no caixão do defunto quando os coveiros estão enterrando ele. Não sei bem ao certo… vou ser sincera, não pesquisei. Mas parece que é um costume grego, que depois foi adotado pelos romanos que por sua vez levaram esse costume para a penpisula ibérica para os íberos e foi passado para seus descendentes portugueses… que era uma forma da família se despedir e que a princípio era costume recitar a frase do pó viestes ao pó voltarás… mas… há controvérsias já que a maioria (não todas) as cidade-estados gregas cremavam seus mortos.

Daí falou-se da morte, de atravessar o rio que separava o Hades (mundo dos mortos) do mundo dos vivos. E do barqueiro que fazia o transporte… é uma parte da mitologia que é bacana… e é dessa parte da mitologia que eu vou postar hoje. Entonces… aí vamos nós.

Ficheiro:Charon by Dore.jpgAntes de chegar ao Hades, os mortos pegam a balsa de Caronte para atravessar o rio Aqueronte (das dores). Caronte transporta os heróis, as crianças, os ricos e os pobres para o Hades propriamente dito. Caronte cobra moedas para fazer a passagem. Era costume grego colocar uma moeda, chamada óbolo, sob a língua do cadáver, para pagar Caronte pela viagem. Se a alma não pudesse pagar, ficaria forçadamente na margem do Aqueronte para toda a eternidade, e os gregos temiam que pudesse regressar para perturbar os vivos.

Hades ordenou-lhe que não transportasse vivos, fossem quais fossem as razões para atravessar o rio, ameaçando-o com um pesado castigo, mas alguns, com muita habilidade, conseguiam enganar Caronte ou convencê-lo a abrir uma exceção.

Em algumas versões, em vez do rio Aqueronte aqui estaria o rio Estige, entretanto se considerarmos que o Estige é o rio da imortalidade, é mais provável sua localização na 4º prisão relatada na Divina Comédia. Na outra margem do Aqueronte ficaria Cérbero, o cão de guarda de três cabeças do Hades. Era muito dócil e gentil com as almas que chegavam, mas demonstrava sua face violenta caso elas tentassem fugir.

Não existe descrição exata da geografia do Hades, já que os que são enviados para lá estão mortos, e os heróis que o visitaram em vida, como Héracles e Orfeu, fizeram juramentos que não falariam do que viram lá. O Hades possuía 6 rios: Aqueronte (rio das dores), Cócito (rio das lamentações), Erídano, Estige (rio da imortalidade), Flegetonte (rio do fogo) e Lete (rio do esquecimento).
Não existe consenso da localização exata de certos locais do Hades, tais como a localização dos juízes dos mortos, o Tártaro, os Campos Elísios e de um tipo de "campo" (um local de melancolia, explicado mais detalhadamente no final deste artigo). O único ponto em igualdade em todas as obras é que os mortos tinham que atravessar o rio Aqueronte com Caronte.

Caronte (em grego, Χάρων — o brilho) era uma figura mitológica do mundo inferior grego (o Hades) que transportava os recém-mortos na sua barca através do Aqueronte, rio que delimitava a região infernal, até o local no Hades que lhes era destinado.

Era costume grego colocar uma moeda, chamada óbolo, sob a língua do cadáver, para pagar Caronte pela viagem. Se a alma não pudesse pagar ficaria forçosamente na margem do Aqueronte para toda a eternidade, e os gregos temiam que pudesse regressar para perturbar os vivos. Caronte era muitas vezes retratado com uma máscara de bronze na qual ocultava sua verdadeira face macabra que faria os recém-mortos repensarem em entrar na barca caronte recebeu esta tarefa após ter tentado roubar a caixa de pandora,surpreendido por Zeus ele foi mandado para o Erebus onde deveria cumprir sua tarefa.

Como a morte parece ser um assunto recorrente na minha vida ultimamente eu achei interessante postar isso aqui… e falando em morte, e em gregos… uma curiosidade sobre um dos mais famosos imperadores gregos, Alexandre o Grande…

OS 3 ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE, O GRANDE

Conta-se que quando estava à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1-) Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2-) Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…);

3-) Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão: à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos incomuns, perguntou a Alexandre quais as razões para tal desejo. Alexandre explicou:

1-) Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2-) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3-) Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Legal né? Vou ficando por aqui… tchau galera…
See you guys around
Shao