Pois é… mais dois dias e o ano caput! Acaba!
Mataram o Sadam, que legal… o Bush deve ter tido um orgasmo… Falta agora alguém matar ele.
Entretanto nada disso resolve nada. Matar o cara mau nunca resolveu nada, sempre vai ter outro cara mau… whatever… Morte na forca, que coisa mais decadente… em pleno século XXI, nem deixaram o cara passar o ano novo, comer o Chester com a família e tal… bom… é a vida! Quando colocaram a corda no seu pescoço, Sadam deve ter pensado… Óh vida! Óh céus! Óh azar! Ou isso ou… F…-se Bush!!!
 
Bom, como o ano está acabando, vou cantar a musiquinha que a gente aqui de casa sempre canta quando acaba alguma coisa… O ano já acabou-se!!! Deixando recordação!!!! Agradeça à Maria Eunildes… que teve mutcho bom coração!!!
 
Tá… explicando… Maria Eunildes era uma vizinha da minha mãe que sempra dava festas… e sempre no final da festa a galera cantava isso pra ela… é tão engraçado minha mãe cantando que entrou pro playlist da família e a gente sempre canta no fim de tudo que é festa…
 
Como vou ter que sair jájá… pra ir no Itaim Paulista buscar um treco com o meu padrasto pra minha mãe… e estou sem imaginação para continuar esse post… vou colocar um poeminha básico…
 
 
Aprendi A Não Ter Saudade

Aprendi a não ter saudade
Aprendi nesse tempo que passou
Tantas coisas que você não sabe
Que nem sequer imagina
Eu podia passar a noite toda
A te contar, te explicar, mas não…
Aprendi a não ter saudade
Do que caiu na estrada
Das pessoas que não encontro mais
Decidi tristemente
Não pensar mais nessas coisas
Nas feições que esqueci
Nos sorrisos que guardei
Aprendi a não ter saudade de coisa alguma
Agora não me faz falta
Rir sem razão, caminhar sem rumo
Abraços e beijos de fim de ano
Aprendi e me esquecer sistematicamente
Bons e maus momentos
Presentes, recentes, passados, distantes
A ver as coisas, sem muitos detalhes
Sem prestar muita atenção
Por trás das lentes dos meus óculos escuros
No fundo dos meus olhos
Lá bem dentro do meu peito
Agora não guardo mais nada
Aprendi a não ter mais espaço
Aprendi aos poucos, mas não tão devagar
Como a vida sempre ensina
Aprendi a sorrir um doce e raso sorriso
A olhar com olhos distraídos
Caminhando adiante dia sim, dia também
Aprendi de tanta gente
A não sentir mais saudade de mim.

 
Fui…